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sábado, 2 de julho de 2011

Coelho

Como cuidar do seu coelho
Em primeiro lugar, você precisa lembrar-se que os coelhos são animais silvestres, portanto não são como gatinhos ou cachorros. Eles não gostam muito de ficar no colo por muito tempo, gostam de correr e ser livres.
Na natureza eles são presas e não predadores, o que faz deles um alvo de cães e gatos. Por esse motivo, cuidado com as companhias do seu coelho, eles não sabem se defender.
Dieta:
Ração: é a base de sua alimentação no ambiente doméstico. Deve ser colocada em boa quantidade, mas não excessivamente, para durar vários dias, pois ela pode molhar e começar a fermentar, e isso não é bom para seu coelho.
Vegetais: eles adoram cenoura, e você pode oferecer brócolis, chicória, almeirão, couve, alface, hortelã, salsinha. Normalmente as folhas devem ser dadas uma vez por semana apenas.
Frutas: pode dar fatias de maça (nunca a semente já que é tóxica) e fatias de banana.
Evite: Açucar, espinafre, couve-flor, batata e outros alimentos que pertencem a nossa dieta, não deixe ele roer plantas e flores de vaso.
Água: deve ser colocada em quantidade, e deve estar disponível todo o tempos. Existem locais apropriados para água e comida, mas se estes forem colocados dentro da gaiola, observe que seja um recepiente de barro e pesado, para evitar que eles tombem ou roam.
Se você tiver que trocar a marca da ração que está sendo utilizada, não faça isso repentinamente, vá misturando as rações gradativamente antes de trocar totalmente.
Hábitos:
Em casa são normalmente mantidos em gaiolas, mas deixe algum tipo de forração dentro da mesma, como um pano ou papelão já que os coelhos podem desenvolver lesões nas patinhas por pisar na grade. Também podem desenvolver micoses nas patas se estas ficarem em contato com sua urina permanentemente.
Normamente o coelho acostuma a fazer xixi em outro lugar da casa, deve-se limpar com vinagre branco diluído em água, para não ficar com seu cheiro, evitando que ele volte a reconhecer o mesmo lugar e repetir a dose.
Seu coelho vai adorar passar algum tempo solto, brincando e pulando e você vai ter diversão certa se ficar olhando suas proezas.
Cuidado: Não se esqueça, o coelho é um roedor e como tal adora roer, atenção com: carpete e tapetes; fios elétricos, de telefone e antena; batentes de porta e armários, pés de cadeira e mesa, além de sapatos e outros artigos de couro. Pode ser usado pimenta tabasco para afastá-lo de certos lugares, já que eles não gostam muito do seu sabor.
Normalmente eles não mordem, apenas se muito acuados e assustados. Podem arranhar se estiverem no colo e quiserem sair, mas nunca atacam.
Brinquedos:
Eles adoram morder papelão, papel, principalmente caixinha abertas (ex: caixas de remédio), madeira, objetos de borracha mais rigída (para que ele não mastigue e engula...), chocalhos.
Cuidados:
NUNCA carregue seu coelho pela orelhas.
- Devem ter seu pelo escovado semanalmente com uma escova firme porém macia.
- As unhas devem ser cortadas a cada 6 semanas, por você ou pelo veterinário. Cortar na parte branca (a porção vermelha, mais interna contém sangue) com alicate tipo TRIM.
- Não deve se dar banho, pois as orelhas não podem molhar, caso precise limpá-lo, use água morna com vinagre branco bem diluído e passe com um paninho macio.
Saúde:
A urina pode variar de cor amarelo até vermelho. Se o coelho estiver comendo bem, não se alarme.
O principal sinal de doença é a falta de apetite.
Eles podem ter alguns parasitas intestinais. Atenção para diarréia ou presença de muco nas fezes, normalmente bem secas.
NUNCA dê um antibiótico chamado Amoxil para seu coelho.
Se ele for solto em jardim, cuidado com o uso de inseticida e fertilizantes.
O coelho pode viver de 5 a 12 anos e a sua maturidade sexual é aos 3 a 4 meses.
Em caso de dúvida, leve seu coelho ao veterinário, ele saberá o que fazer por ele.
Disciplina:
Se seu coelho fizer algo de errado não bata nele, ele não entenderá, e isso só o fará sofrer. Bata palmas alto e diga 'NÃO'. Ele não gosta de sons altos e/ou estridentes.
Tenho certeza que ele pode proporcionar muita alegria.

sábado, 16 de abril de 2011

Cachorros

O relacionamento entre pessoas e cachorros começou há pelo menos 15 mil anos, fazendo dos cães provavelmente os primeiros animais domesticados. Existe uma variedade impressionante de cães, mas desde o nobre e imenso Dogue Alemão até o pequeno e esperto Chihuahua, são todos uma única espécie, com uma única história.

Neste artigo, descobriremos de onde vieram os cães, como são e como agem. Também veremos o que as descobertas genéticas mais recentes têm a nos dizer sobre os cães e falaremos sobre como escolher o cão certo para você.

O surgimento dos cães
Os cães são membros da família Canidae. Canídeos são parte de um grupo maior chamado Ordem carnivora, que também inclui ursos, quatis, gatos e focas. Alguns fósseis mostram que a família Canidae derivou-se dos ancestrais comuns da Ordem Carnivora há aproximadamente 40 milhões de anos. A família Canidae foi subdividida em três subgrupos: animais semelhantes às raposas, animais semelhantes aos lobos e canídeos sul-americanos.



Observando a diversidade de cães e canídeos selvagens, cientistas como Charles Darwin acharam que os diferentes tipos de cães deviam ser descendentes de diferentes tipos de canídeos selvagens. Entretanto, a análise do DNA mostra que os cães são descendentes apenas dos lobos. Mas, mesmo estando cientificamente provado que os cães são descendentes dos lobos, não está muito claro quando e como isso aconteceu.

Um Setter Inglês com filhotes

Como os filhotes de lobos, os cães recém-nascidos são cegos, surdos e completamente dependentes de suas mães

O problema desta teoria é que a mudança das características de lobo para cão só pode ter acontecido muito lentamente. Os lobos são relativamente uniformes em aparência, portanto, as chances de aparecimento de uma mutação aleatória em uma população cativa são pequenas. Levaria milhares ou, até mesmo, milhões de anos para surgir uma grande diversidade. Além do mais, a descoberta de fósseis mostra que não faz muito tempo que os cães apareceram. Testes de DNA indicam que os cães podem ter começado a se separar do lobos há 100 mil anos e esse tempo é considerado relativamente recente em termos evolutivos. Ainda assim, podemos ver nos cães a diversidade física mais radical entre todas as espécies de mamíferos. Há mais variação em tamanho, cor, tipo de pelagem e outros aspectos da aparência entre cães do que entre todas as outras espécies de canídeos.

E então, como isso aconteceu?

Publicações recentes, como o polêmico livro "Dogs: A Startling New Understanding of Canine Origin, Behavior, and Evolution," de Raymond e Lorna Coppinger, apresentam uma teoria alternativa sobre como os cães evoluíram dos lobos. O casal Coppinger sugere que alguns lobos se "auto-domesticaram". Quando os homens deixaram de ser uma sociedade nômade para viver em aldeias, criaram um novo nicho ecológico para os lobos das redondezas. O nicho tradicional dos lobos é o de caçadores de herbívoros (comedores de plantas), como cervos e alces. Este nicho requer que os lobos sejam grandes, fortes, inventivos e capazes de aprender com exemplos.

Os humanos, vivendo em comunidade, produziam restos de comida e outros resíduos, o que representa uma fonte valiosa de alimentos para os animais. Os lobos, morando perto das pessoas, começaram a tirar vantagem dessa fonte e os mais ousados conseguiam mais comida e sobreviviam melhor.


Historicamente, o temor e a aversão ao contato com humanos era uma boa estratégia para os lobos selvagens, mas devido a esta atitude gastavam muita energia fugindo e não conseguiam alimentos de maneira tão eficaz quanto os mais ousados. Os lobos ousados sobreviviam melhor, reproduziam-se e tinham mais ninhadas. O grupo de lobos que permaneceu mais próximo dos homens seguiu um caminho evolutivo diferente. Esse grupo não precisava ser tão rápido ou criativo quanto seus ancestrais. Na verdade, ser pequeno era melhor porque animais menores precisam de menos comida. A característica principal para sobreviver nesse grupo era ser tolerante com os humanos. Esse processo foi conduzido pela seleção natural.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O gato é um mamífero que pode viver de 15 a 39 anos. Com eles, sua casa vai ficar livre de ratos, baratas e outros animais, que os gatos se encarregam de eliminá-los, tendo, além disso, uma vida livre, mas sempre voltando para o seu lar. Não precisam tomar banho, pois os gatos possuem a língua áspera, como os demais felinos, que serve para fazer sua limpeza completa.

Muito importante também é ressaltar que aquele "ronquinho" que o gato dá não é asma, como algumas pessoas imaginam. Aquele "ronquinho" (às vezes bem alto) nada mais é do que a forma de o gato se expressar, assim como o cachorro balança o rabo mostrando que está satisfeito com a presença do dono

Animais Domesticos


Os bichos de estimação, que também são conhecidos como animais domesticos, ganharam popularidade entre as pessoas, sendo que hoje é muito difícil encontrar alguma casa que não tenha um lindo cachorro ou outros animais de Estimação. Mas atenção, para se ter um bicho de estimação é preciso muita responsabilidade do dono, na medida em que muitas são as tarefas para cuidar de seu animalzinho, que é alimentar, limpar, tratar com um veterinário quando preciso, dar banho e manter o seu ambiente sempre limpo e organizado, pois os animais são seres vivos que necessitam da mínima condição de sobrevivência que os seres humanos necessitam. Além destes detalhes, um animal de estimação precisa receber carinho, atenção e de espaço para as suas atividades e necessidades, além de cuidar de sua beleza também.

Tradição dos animais de estimação


O hábito do ser humano de ter um cão ou um gato como animal doméstico é muito antiga; aliás o hábito de domesticar animais, para qualquer fim é um dos hábitos mais antigos do mundo. E os motivos para o começo da domesticação são vários. Desde companhia, segurança do território, reprodução para a venda, ajuda nos serviços rurais, caça, rastreamento e etc. Atualmente os bichos de estimação entraram em uma nova categoria. Esses animais são tidos como verdadeiros membros da família. Por vezes mais cuidados e com maior importância que o próprio ser humano. A afinidade do homem com esses animais faz com que eles sejam cuidados, respeitados e tratados como semelhantes. É por isso mesmo que a cada dia cresce o senso de responsabilidade e respeito com esses animais domésticos.

Lembre-se que entre os animais domésticos estão incluídos os coelhos, vacas, patos, e outros. Animais domésticos podem ser criados em casa, ou dependendo do tamanho dele, poderá ser criado na fazenda.

A denominação de animais domesticados é dada àqueles animais que são treinados para ter um comportamento habitual em situações semelhantes, e nem todo animal deixa-se domesticar!

Por toda a responsabilidade que implica cuidar de um animal doméstico, é importante que antes de adotar um animal doméstico a pessoa precisa ter cuidados fundamentais, tais como:

- Observar o tempo de vida do animal;

- Calcular todas as despesas que terá, incluindo alimentação e saúde;

- Ver a disponibilidade do espaço físico, já que um animal de estimação não pode ficar confinado em um espaço pequeno;

- Pessoas que irão interagir e cuidar do animal devem estar de acordo com a escolha. Esses animais precisam de carinho e atenção;

- Onde o animal ficará e por quem será alimentado durante ausências longas;

- Cuidar para que a higiene dele esteja em dia, assim como a sua alimentação;

- Cuidar da vacinação para não correr o risco de disseminar nenhuma doença grave, como a raiva;

- Estar atento à segurança e usar coleira e outros artefatos quando estiver em via pública. Limpar os excrementos fecais da via pública também é responsabilidade do dono do animal;

- Frequentar o veterinário sempre que necessário.

Animais Domesticos

Muito se fala de animais domésticos, mas será que todos os animais podem ser domesticados? Como escolher o melhor animal para cada tipo de lar e situação? É preciso saber tudo isso antes de comprar ou escolher um mascote para o lar. A responsabilidade de cuidar é grande, já que eles não são peças descartáveis. Muitas pessoas querem fugir do comum e acabam optando por animais exóticos, como iguanas, cobras e até mesmo piranhas. Estes tipos de animais podem até figurar entre animais de estimação, mas nunca estarão na lista dos animais de companhia.

Há uma sensível diferença entre os animais de estimação e os animais de companhia. Muito animais podem ser domesticados, inclusive os animais exóticos. A diferença é que os animais de companhia são parceiros do homem. Nesta lista entram animais como o cão e gato, já que eles são carinhosos e fiéis aos donos, sempre os acompanhando. Isso é o que diferem eles das outras espécies que nem sempre são amáveis com os donos.

Os animais domésticos podem ser classificados de duas maneiras; como companheiros ou como criação. O segundo tipo é quando as pessoas domesticam os animais para que eles sirvam mais tarde de alimento. Os animais mais dóceis são os preferidos para quem busca um animal de estimação. Os esquilos, escorpiões, tarântulas, araras e cobras podem até ser domesticados com muita dificuldade, mas não trarão nenhum conforto ao lar, já que eles causam mais medo do que alegria.

Mas, nem todo animal de estimação precisa ser necessariamente um animal de companhia. O importante é que o dono goste ou sinta afeto pelo animal. O dono precisa se responsabilizar apenas pelo cuidado e bem-estar do animal, já que se ficar comprovado que houve maus-tratos o dono poderá ser responsabilizado legalmente.